Deixo as janelas fechadas, muitas vezes, sem tempo para lembrar os dias em que os sons do campo entravam pelas ruas da cidade. O vento trazia o rebanho, e a imaginação seguia o vento, até a cor do mar entrar pela janela. Agora passo depressa pelas ruas, e até me esqueço desse desejo de transpôr o sentido do tempo... Mas olho a janela e guardo-a. Quem será a senhora das rendas e das rosas?
sexta-feira, 29 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Azul do monte
Azul perdido nos montes abandonados... esse azul onde me encontro e sei quem sou. Céu ou mar, olhar raro de gato... Cor fria, dizem. Soubessem sonhar os espaços e os momentos que nos libertam!
segunda-feira, 18 de maio de 2009
domingo, 3 de maio de 2009
Orquídea selvagem
Encontrei-a na berma do caminho, logo no início do percurso pedestre. Creio que mais ninguém reparou e, no entanto, foi um dos momentos mais incríveis da caminhada.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Registos de Maio
Um campo intenso de papoilas, no coração da cidade.
E algures, num pequeno bairro, uma simulação da liberdade.
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