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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Passeio campestre por S. Cristovão - II

 Não restavam dúvidas, após a observação dos astros e da localização do Menir. Era preciso continuar!

 Descemos o declive, à procura da linha de água. Foi um percurso difícil, com o Sol do meio-dia a queimar e todo o abastecimento de água a esgotar-se. O guia, esse dissera-nos, em dialecto local: "É já ali!" e foi à frente para montar o acampamento, levando-nos os mantimentos.

 Avistámos, por fim, as margens do rio, e as promessas de uma sombras onde poderíamos saborear alguns dos víveres que transportáramos.

O avistamento de um hipópotamo nas margens não nos deixou qualquer dúvida, tínhamos atingido um dos nossos objectivos.

 Após recuperarmos as forças, embrenhámo-nos na densa selva.

 Com cuidado, pois crocodilos gigantescos espreitavam-nos, prontos a atacar.

 Sobre as nossas cabeças, pendiam jibóias.

 Os pântanos eram armadilhas fatais para quem escorregasse.

 Para identificar os perigos, o batedor seguia à frente.

 Os rápidos dificultavam a travessia.

 E, do outro lado da margem, tribos inimigas começaram a atacar-nos.

 Mas eis que surge alguém preparado para nos indicar o caminho mais seguro para sairmos dali.

  A única saída possível ali estava, suspensa sobre um arrepiante precipício.

 O nosso herói não hesitou, passou para lá, testou a segurança da ponte...

 Voltou a passar... prova superada!

 Já num local seguro, ainda houve tempo para pesquisar umas pepitas de ouro que reluziam na água.

 Ooops, afinal eram apenas lagostins!!! Livra!!! E também eles andavam à procura de almoço!

Depois de tantas aventuras, que fazer a não ser reconfortar os estômagos com umas iguarias deliciosas num dos restaurantes da vila, tão bem decorado com instrumentos tradicionais, alguns deles bem peculiares?