O Natal continua a ter uma magia especial, tão especial como os cânticos que aquecem o frio da noite. Possa a magia destes momentos e a luz dos gestos verdadeiros fazer a diferença nos restantes dias do ano, pelo bem de todos os seres e da nossa casa – o nosso planeta!
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
domingo, 28 de dezembro de 2008
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Presépio
Tenho o musgo, não aquele musgo seco e leve, que cresce nos troncos das oliveiras, nem o aveludado, o que se agarra às rochas. Prefiro o que cresce por baixo dos pastos ou sob as moitas dos carrasqueiros. Sacudo-o cuidadosamente para que solte a terra e limpo-o durante algum tempo, retirando-lhe os pastos, as folhas secas.
Tenho as figuras de barro iguais às dos presépios de outrora. Consegui comprar as últimas peças, esquecidas na banca do mercado. Faltam-me a camponesa, a ponte, o poço, o moinho…
Tenho as figuras de barro iguais às dos presépios de outrora. Consegui comprar as últimas peças, esquecidas na banca do mercado. Faltam-me a camponesa, a ponte, o poço, o moinho…
Imagino os campos e os montes. Este é, sem dúvida, o “maravilhoso reino verde”. Sempre foi! Traço os caminhos de areia, a água do lago espelha-se por entre os seixos, há uma ponte improvisada, prados verdes onde as ovelhas permanecerão tranquilamente. Por entre os rochedos, uma gruta de mistérios, a esconder os cristais, lápis-lazúli… Florestas de pinheiros, carvalhos, carrascos, medronheiros e murta… A magia dos reis, caravana exótica que percorre as terras férteis até chegar ao estábulo de cartão e casca de pinheiro. A estrela brilha, lá em cima! Acrescentarei incenso e uma pequena vela e, à noite, quando o maravilhoso reino verde iluminar a casa silenciosa, voltarei a juntar-me aos pastores e aos magos.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
sábado, 29 de dezembro de 2007
Natal
"O ano novo entrava por um dia de vento e de aguaceiros.Céu pardo, terra transida..."
Fialho de Almeida
"O Céu, de um azul ternamente açucarado, só pela tarde se tingiu de uma espessa neblina, vinda dos prados."
Antunes da Silva
"Sem o vento e o frio, a neve ou a chuva, a gostosa melancolia do Natal não tarjava a existência fabulosa destas festas familiares."
Antunes da Silva

"Viesse o frio e a neve, quando vinha, pois dava gosto sentar-se um homem à lareira e aí, entre um copo de vinho e um naco de linguíça assada em aguardente, não sentir desamor por ninguém. Olhem o singeleiro do "monte" que carrega, já sol posto, o maior madeiro do monturo que estará aceso dia e noite, do Natal ao Ano Bom."
Antunes da Silva
Fialho de Almeida
"O Céu, de um azul ternamente açucarado, só pela tarde se tingiu de uma espessa neblina, vinda dos prados."
Antunes da Silva
"Sem o vento e o frio, a neve ou a chuva, a gostosa melancolia do Natal não tarjava a existência fabulosa destas festas familiares."
Antunes da Silva

"Viesse o frio e a neve, quando vinha, pois dava gosto sentar-se um homem à lareira e aí, entre um copo de vinho e um naco de linguíça assada em aguardente, não sentir desamor por ninguém. Olhem o singeleiro do "monte" que carrega, já sol posto, o maior madeiro do monturo que estará aceso dia e noite, do Natal ao Ano Bom."
Antunes da Silva
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