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quinta-feira, 22 de maio de 2008

Percurso pedestre em Cabrela













A caminhada organizada pela Casa do Povo, no início de Maio, teve a adesão de um grande número de pessoas de todas as idades. O grupo reuniu-se a partir das 8 horas e 30 da manhã e, logo a seguir, cheio de ânimo, encetou a marcha, num ritmo que não abrandou nem com a primeira travessia da ribeira. Recorrendo a sacos de plástico, colocando pedras no leito da ribeira, ou a pé descalço, os caminhantes lá foram atravessando as águas límpidas e frescas.
E o grupo, cheio de vitalidade, pouco se deteve, até ao local escolhido para uma breve merenda. Eu é que fui ficando para trás, na tentativa de registar algumas imagens que guardassem a beleza da paisagem e a exuberância das flores. Na última fase do percurso, o esforço exigido por umas subidas mais acentuadas não produziu qualquer efeito no “pelotão” da frente e conduziu a uma nova travessia da ribeira com oportunidade para um banho mais ou menos voluntário.
Terminado o percurso, um saboroso cozido para restaurar as energias, a festa e o convívio.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Manchas de cor !

Montado bordado a ouro!

Infusão. Cura de prata!

Perfume inebriante! Tapete de santuários!



Beleza efémera, beleza eterna!



Alentejo, campos floridos, manchas de cor!

sábado, 27 de outubro de 2007

Pelos campos alentejanos

A chuva demora a vir, o ar da manhã corta e a tarde queima, num estranho Outono que inquieta. Ainda há espelhos de água na paisagem, e há flores que teimam... Debaixo dos sobreiros, chão juncado de bolotas, a paz dos rebanhos... E o verde da terra a renascer? Ainda tão hesitante!... E aproveitam-se os caminhos firmes, os dias claros, percursos de descobertas, momentos de osmose, a tranquilidade dos dias.

terça-feira, 31 de julho de 2007

Flores do Alentejo

Agora o calor é abrasador, dói na pele, sufoca a respiração, tolhe os gestos. Esgotou-se o verde, desvaneceram-se as cores, queimadas pela cor do pasto. Só as oliveiras, de verde cinza, as azinheiras e os sobreiros. Mas a quem se afoite ao ardor das tardes, os silvados dos valados ou da beira-rio oferecem deliciosos cachos de amoras.
De Abril, Maio e Junho, guarda-se a memória das cores campestres.

Soagem

Saudades bravas
Verbasco

Madressilva

Pampilhos

Rosmaninho
Maios

Flores das hortas

Esteva

Dente de leão

Corriola

Dedaleira

Camomila

Malva
Borragem