É tempo de amoras – amoras das silvas, que crescem selvagens pelas estremas, pelos emaranhados à beira das ribeiras, por entre as paredes abandonadas dos montes. Negras, saborosas, apetecíveis, mas que valem algumas picadelas terríveis. Agora imaginem uma plantação de silvas, bem controlada e cuidada, a encher-se de cachos com suculentas amoras, bem fáceis de apanhar.
Pois bem, essa plantação existe, graças ao empreendimento e à persistência do Sr. José Serra e da sua família, bem perto da cidade, na Quinta da Rebola, à saída para S. Cristóvão e ainda antes de chegar à ecopista. Por isso, nestes dias de Verão, nada melhor do que fazer uma caminhada e saborear o agradável paladar deste fruto tão saudável. Mas se a distância dissuadir alguém, aos sábados de manhã, numa banca do Mercado Municipal que está virada para o centro, há sempre umas caixinhas à venda. Será uma óptima ocasião para fazer uma encomenda, ou para combinar uma visita.
Pois bem, essa plantação existe, graças ao empreendimento e à persistência do Sr. José Serra e da sua família, bem perto da cidade, na Quinta da Rebola, à saída para S. Cristóvão e ainda antes de chegar à ecopista. Por isso, nestes dias de Verão, nada melhor do que fazer uma caminhada e saborear o agradável paladar deste fruto tão saudável. Mas se a distância dissuadir alguém, aos sábados de manhã, numa banca do Mercado Municipal que está virada para o centro, há sempre umas caixinhas à venda. Será uma óptima ocasião para fazer uma encomenda, ou para combinar uma visita.
Fotografias obtidas no passeio dos Dias Tranquilos, no dia onze de Julho
Imaginem agora o sabor desta compota e destas tartes!