Deixo as janelas fechadas, muitas vezes, sem tempo para lembrar os dias em que os sons do campo entravam pelas ruas da cidade. O vento trazia o rebanho, e a imaginação seguia o vento, até a cor do mar entrar pela janela. Agora passo depressa pelas ruas, e até me esqueço desse desejo de transpôr o sentido do tempo... Mas olho a janela e guardo-a. Quem será a senhora das rendas e das rosas?