| Reguengo |
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domingo, 21 de agosto de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Paisagem onírica
Há paisagens que reconheço dos sonhos, onde seres oníricos caminham ao nosso lado sem pressas e reservas, seres que falam a linguagem das tardes floridas e das sinfonias do campo. Há tectos de verde e de luz, recantos de esmeralda, caminhos por entre o arvoredo, canteiros onde semearam arco-íris…
Bastou um dia de calor, um momento à hora de almoço, a procura de um recanto cheio de frescura e de sossego e vi-me numa outra dimensão, cuja porta de entrada não vou revelar, por recear os ogres devoradores de cegonhas encantadas e de cisnes de ébano, ou algum troll que, movido pela ganância, arranque as flores na ânsia de encontrar os potes com moedas de ouro.
domingo, 4 de abril de 2010
Domingo de Páscoa

Reparei, há alguns dias, numas frases que decoravam um saco de papel. Um idoso contava a seu neto que trazia dentro do peito dois animais que lutavam entre si: um leão furioso e vingativo e um cordeiro doce e tranquilo. Perguntou-lhe o neto qual deles acabaria por vencer, ao que o avô respondeu: “Vence aquele que eu alimente.”
Pois hoje fui para o campo e levei todos os animais que tinha. Pelas imagens, é bem fácil de ver qual deles morreu à fome.
Pois hoje fui para o campo e levei todos os animais que tinha. Pelas imagens, é bem fácil de ver qual deles morreu à fome.
sábado, 30 de janeiro de 2010
Reflexo
Paisagem real ou mero pretexto para alcançar, sob a luz escassa e fugidia, a linha do horizonte, a reinvenção de um outro dia!
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Às vezes

Às vezes apetece olhar a paisagem e estender o dedo devagar, como quem desenha o contorno do horizonte. Às vezes, há um oceano tranquilo e ondulado, e cresce a vontade de ser corpo-água, de ser barco…
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