Não restavam dúvidas, após a observação dos astros e da localização do Menir. Era preciso continuar!
Descemos o declive, à procura da linha de água. Foi um percurso difícil, com o Sol do meio-dia a queimar e todo o abastecimento de água a esgotar-se. O guia, esse dissera-nos, em dialecto local: "É já ali!" e foi à frente para montar o acampamento, levando-nos os mantimentos.
Avistámos, por fim, as margens do rio, e as promessas de uma sombras onde poderíamos saborear alguns dos víveres que transportáramos.
O avistamento de um hipópotamo nas margens não nos deixou qualquer dúvida, tínhamos atingido um dos nossos objectivos.
Após recuperarmos as forças, embrenhámo-nos na densa selva.
Com cuidado, pois crocodilos gigantescos espreitavam-nos, prontos a atacar.
Sobre as nossas cabeças, pendiam jibóias.
Os pântanos eram armadilhas fatais para quem escorregasse.
Para identificar os perigos, o batedor seguia à frente.
Os rápidos dificultavam a travessia.
E, do outro lado da margem, tribos inimigas começaram a atacar-nos.
Mas eis que surge alguém preparado para nos indicar o caminho mais seguro para sairmos dali.
A única saída possível ali estava, suspensa sobre um arrepiante precipício.
O nosso herói não hesitou, passou para lá, testou a segurança da ponte...
Voltou a passar... prova superada!
Já num local seguro, ainda houve tempo para pesquisar umas pepitas de ouro que reluziam na água.
Ooops, afinal eram apenas lagostins!!! Livra!!! E também eles andavam à procura de almoço!
Depois de tantas aventuras, que fazer a não ser reconfortar os estômagos com umas iguarias deliciosas num dos restaurantes da vila, tão bem decorado com instrumentos tradicionais, alguns deles bem peculiares?