domingo, 29 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Um local agradável
![]() |
| Mora - Fluviário - Açude do Gameiro |
Um recanto agradável, onde se pode encontrar um pouco de frescura e de tranquilidade. Nesta margem do rio, ainda que os banhos não se recomendem por agora, devido às bactérias que foram detectadas na água, sabe bem ficar a observar os pequenos peixes, a vegetação característica, o desenho que a brisa deixa na superfície da água.
E, claro, há sempre o Fluviário, para melhor observação dos barbos, das bogas, dos achigãs...
Verão
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
Certos paraísos




Há certos paraísos que têm a dimensão humana, na verdadeira (naquela que queremos que seja a mais genuína) acepção da palavra. Como paisagem enquadrada num espaço classificado que merece a atenção daqueles que zelam pela defesa do ambiente e pela preservação das espécies, aspecto imprescindível para a manutenção do equilíbrio desta terra que somos todos nós, não deixa de guardar em si os traços das vivências camponesas, daquelas comunidades que tão bem conheciam, de forma empírica, o verdadeiro significado de ecossistema e de biodiversidade. Pouco interessará proferir aqui o nome do lugar, da ribeira, do açude, das gentes que percorrem estes trilhos, alguns dos quais guardam ainda esse aspecto rude e selvagem das barreiras de xisto, de um chão de terra piçarrenta; fundamental será revelar como a população da aldeia ainda guarda a memória de uma salutar relação com o campo, com o prazer dos banhos no rio e das travessias sobre os seixos, as correntes ainda límpidas, as pescarias sob o abrigo dos recantos mais frondosos.
Campos de trigo - searas, ramos de papoilas e de malmequeres, lírios do monte, maios espalhados pelas barreiras, uma orquídea despercebida…e a apanha da espiga, a memória do trabalho, o conhecimento das plantas e dos caminhos, a memória dos montes e da famílias, das alcunhas, o reconhecimento dos locais que acolhem as famílias e o grupos na segunda-feira de Páscoa… Não há palavras de ordem; alguém colhe uma flor aqui e ali, pois colhe… mas os sinais de satisfação por uma terra que se mantém como a memória guardou são tantos, que não podemos deixar de acreditar que há, algures, certos paraísos guardados na identidade de uma comunidade camponesa.
Campos de trigo - searas, ramos de papoilas e de malmequeres, lírios do monte, maios espalhados pelas barreiras, uma orquídea despercebida…e a apanha da espiga, a memória do trabalho, o conhecimento das plantas e dos caminhos, a memória dos montes e da famílias, das alcunhas, o reconhecimento dos locais que acolhem as famílias e o grupos na segunda-feira de Páscoa… Não há palavras de ordem; alguém colhe uma flor aqui e ali, pois colhe… mas os sinais de satisfação por uma terra que se mantém como a memória guardou são tantos, que não podemos deixar de acreditar que há, algures, certos paraísos guardados na identidade de uma comunidade camponesa.
terça-feira, 18 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)






















