Discretas mas perfeitas, as pequenas flores de Setembro que descobri há muitos anos, selvagens, a crescer por entre os rochedos da ribeira. Escolhi um nome para elas: Siljas, como a personagem de um livro de um autor premiado com o prémio Nobel... Durante algum tempo floriram num projecto de jardim, mas a beleza não se prende, não se guarda em redomas. Reencontrei-as onde a vida é autêntica. 

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