Nos recantos onde ainda persistem traços de uma vila rural, há gatos que, depois de vaguearem pelas encostas do castelo, regressam a um local mais aconchegado, com um pouco de sol, ou com a expectativa de uma porta a abrir-se. Felizes eram os gatos do monte do meu avô, que tinham a liberdade dos campos mas que se recolhiam, sempre que queriam, no cantinho da grande chaminé.
2 comentários:
É. E, se soubéssemos aprender com as lições dos gatos [e dos cães, se faz favor: "I'm a dog man, myself"...] não estaríamos hoje a lutar como... gatos assanhados [aqueles de nós que o estão...]contra os poderes deste "bravo" [ou deste pobre?...] "mundo novo", na expressão clássica do Huxley, regateando com eles e os seus mesquinhos interesses "desenvolvimentistas" e suicidariamente tecnocráticos "graus de aquecimento global" como as peixeiras antigamente, na praça e, sobretudo, fora dela, regatea<vam o preço do carapeu e da sardinha...
Vivam os gatos, pois!
Viva a sabedoria dos gatos... "although, as I said, I'm definitely a dog man myself"...
Até os gatos,
até os gatos...
Beijinho para si.
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